Dimensão Espiritual e Dimensão Racional na Adoração

A espiritualidade que Deus tem para cada um de seus filhos não despreza o raciocínio e a capacidade de reflexão que temos, porquanto, é o aspecto racional que nos assemelha a Deus.  No entanto, não podemos nos esquecer de buscar o sobrenatural também. É importante que creiamos nas manifestações do Espírito Santo na vida e na prática da Igreja. Isso significa que precisamos sentir liberdade para glorificar a Deus, dizer “aleluia”, “gloria a Deus” ou um “Amém” em sinal de concordância com as ministrações que estão sendo feitas durante o culto (por exemplo: louvores, orações, pregações, testemunhos). Ademais, devemos crer que o Espírito Santo quer tornar cada um dos filhos de Deus atuantes na composição do culto:

 

“(…) Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação” – 1Coríntios 14:26

 

Portanto, equilíbrio e bom senso são fundamentais para que prestemos um culto de adoração, sem supervalorizar a dimensão espiritual e nem a dimensão racional. Em um culto de adoração devemos ter uma abertura sadia às emoções e experiências com o Espírito Santo (chore, ria, glorifique, deixe ser usado em dons espirituais) como também, uma abertura à reflexão, à racionalidade (medite, ache Deus no silêncio, anote as referências bíblicas, perceba as necessidades do culto). Precisamos estabelecer o equilíbrio entre o racional e o sobrenatural como meta para a adoração individual e coletiva. Sigamos o exemplo do Apóstolo Paulo:

 

“Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente” – 1Coríntios 14:15

 

 

 

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