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Mostrando postagens de junho, 2017

A Graça Divina na Constituição do Povo Hebreu

Texto por Marvel Souza No Antigo Testamento, encontramos a graça soberana de Deus como elemento primordial no processo de constituição do seu povo. Os personagens envolvidos com o plano divino não possuíam méritos que pudessem provocar a eleição e constituição deles como povo de Deus. Note que o último dos patriarcas no livro de Gênesis é um indivíduo complicado, que se revela um exímio enganador. No entanto, ele foi escolhido para ser pai daqueles que precederiam às doze tribos de Israel, além de ser o ancestral do salvador, Jesus Cristo. No processo de constituição, encontramos a graça que elege, apesar dos defeitos e virtudes que alguém possa ter. Veja a seguinte disposição, que aponta para a manifestação graciosa de Deus em eleger homens: 1      O filho mais velho de Abraão era Ismael, mas foi Isaque quem recebeu a promessa; 2       O filho mais velho de Isaque era Esaú, mas foi Jacó quem levou a benção à frente; 3     O filho mais velho de Jacó era Rúben, mas s

*⚱O Vaso rachado⚱*

"Uma velha chinesa tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.      Um dos vasos era rachado e outro era perfeito. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até a casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o vaso rachado chegava meio vazio. Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho  do seu próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir só fazer a metade daquilo que deveria fazer.      Ao fim de dois anos, refletindo sobre sua própria amarga derrota de ser rachado, durante o caminho para o rio o vaso rachado disse à velha: " - Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água até a sua casa..." A velha sorriu: - " Reparaste que lindas flores há ao teu lado do caminho, somente no teu lado?"  Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de

De volta à Simplicidade do Evangelho

Vivemos uma época em que o estrelismo se faz cada vez mais forte ante as conjunturas sociais e religiosas. É comum encontrarmos “outdoors” com imagens de cantores, artistas, bispos, pastores, padres, etc. Quando isto está presente na exterioridade dos meios, é preocupante, especialmente quando se faz presente no interior - o pensamento dominado pelo desejo de querer aparecer e fazer sucesso, ser notado(a) pelos outros. No que atine à religião, em particular, líderes lutam para mostrar quem trabalha melhor, quem é mais organizado, quem tem eventos mais atrativos, quem prega melhor, quem canta melhor, quem tem o maior número de membros e, por fim, quem tem maior poder financeiro. Uma série de pessoas se vê refém de igrejas altamente competitivas, de pensamentos complexos, de fé estressante e vivência religiosa distante da simplicidade do Evangelho - a imagem do Cristo que se assenta para ensinar multidões no monte é substituída pela do grande Deus que está cercado de anjos, riq